GRUPOS DE TRABALHO

REMEDIAÇÃO SUSTENTÁVEL

A remediação sustentável vem se mostrando uma abordagem de vanguarda na otimização da remediação de áreas contaminadas, com a sustentabilidade assumindo cada vez mais uma posição prioritária junto às corporações, governos e a sociedade em geral. As soluções de remediação que incluem conceitos de sustentabilidade oferecem muitas vantagens ambientais, econômicas e sociais.

Líder: Joyce Cruz

Secretária: Mayara Pupo

INTRUSÃO DE VAPORES

O processo de migração de compostos químicos voláteis, na fase vapor, a partir de uma fonte subsuperficial para o interior das edificações existentes na superfície, é conhecido como intrusão de vapores. A partir do reconhecimento da relevância desta via de exposição, diversas agências ambientais reguladoras ao redor do mundo solicitam a sua inclusão na abordagem das análises de risco à saúde humana para áreas potencialmente contaminadas.

Líder: José Carlos Gouvêa

Secretário: Rafael Sato

MODELO CONCEITUAL

O CSM é tipicamente aplicado em locais contaminados para identificar os fatores ambientais, financeiros e sociais, que provavelmente determinam possíveis cenários de reutilização para a área. Métodos avançados de caracterização de sites são contrastados com abordagens tradicionais para a caracterização de sites. É importante uma avaliação dos métodos disponíveis para avaliar as informações e o papel da quantidade e qualidade dos dados resultantes do CSM e, em última instância, os remédios selecionados.

Líder: Marilda Vianna

Secretária: Lélia C. R. Soares

SIG

Um grande desafio da área ambiental tem sido a dificuldade de representar graficamente e espacialmente as questões relacionadas a determinado caso investigado sem demandar grande quantidade de tempo entre a coleta, processamento, interpretação e análise e posterior representação para clientes, gestores e público em geral. A troca de experiências e apresentação de estudos de caso, onde são destacados os benefícios do uso das ferramentas sofisticadas de interpretação estatística, modelagem e geoprocessamento do ArcGis, especialmente na concepção de CSM, pode contribuir para geração de material de qualidade e melhor interpretação dos problemas ambientais, resultando na assertividade nos processos de tomada de decisão.

Líder: Paulo Rego

Secretário: Michel Santana

ECONOMIA CIRCULAR

Com uma estratégia baseada na avaliação de recursos e moldada por uma visão territorial, as estruturas da economia circular podem abrir novas perspectivas com relação à gestão de brownfields e de áreas contaminadas. Utilizando ferramentas desenvolvidas em estudos de metabolismo urbano, o principal objetivo deste grupo é desconstruir a cadeia de valor ao mesmo tempo em que freia os silos, para então construir um design mais circular de produtos, capaz de maximizar as externalidades positivas para o proprietário do problema e as comunidades locais. Com modelos práticos e ferramentas genuínas de apoio à decisão, a NICOLE seria o “campo de testes” perfeito para promover uma visão mais inclusiva e holística, com base nos 3R’s (reduzir, reutilizar e reciclar).

Líder: Hugo Maurer

Secretário: A definir

MODELAGEM

Diante da crescente necessidade da utilização de modelos matemáticos na tomada de decisões no âmbito do gerenciamento de área contaminadas, e apoiando-se também nas diretrizes da CETESB/SP apresentadas na Decisão de Diretoria nº38/2017, o Grupo de Trabalho de Modelagem busca estimular a disseminação de conceitos associados às ferramentas e aplicações de modelos matemáticos computacionais; capacitar a comunidade técnica brasileira, diminuindo-se a dependência de importação de experiência estrangeira; e garantir autonomia de profissionais na interpretação de resultados de modelos.

Líder: Mariana Favero

Secretária: Laís Trento